sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Faça Você Mesmo - Reaproveitando Escadas

Aquela escada velha não não tem mais uso, ou não é mais tão segura a ponteo de suportar uma pessoa em cima dela? Vai jogar fora?.... Que tal essas idéias para reaproveitá-las?


















E você? Tem mais alguma idéia de como reaproveitar uma escada? Mande sua idéia nos comentários.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Máquina de Lavar Roupa Mecânica

Sem eletricidade!

A Lavadora Yirego é completamente manual (ou neste caso, completamente pedal)

Eu já gostei da lavadora só por ela ser parecida com o R2D2...



Carneiro Hidráulico

Sem eletricidade para levar a água morro acima?

Sem problemas.

Um "Carneiro Hidráulico" resolve:



Faça Você Mesmo - Reaproveitando Pneus


Aqui estão alguns projetos interessantes de reaproveitamento de pneus.

Os critérios para que estas idéias fizessem parte deste post foram:
- a facilidade de realização
- poucos materiais além dos pneus
- pouco trabalho (usando os pneus inteiros, ou com cortes muito simples)
- criatividade
- uso real (praticidade).


Começando pela maneira mais fácil de reaproveitar um pneu. 
Pinta, coloca um em cima do outro e coloca qualquer superfície reta em cima.
E você tem uma mesinha de centro.
Neste caso foi usado um vidro redondo, mas pode ser um pedaço de madeira 
(redondo ou quadrado, ou na forma que quiser)
A própria pintura do pneu é opcional.


Uma variação:
Para mesas maiores e/ou mais altas, pode-se utilizar mais de uma pilha de pneus.



Por falar em colocar uma "tampa" em cima dos pneus, você também pode utilizar o espaço interno para guardar coisas.


Se quiser furar a parte de baixo do pneu para colocar rodinhas, você pode ter uma mesinha móvel.
Neste caso não recomendo empilhar pneus, a não ser que estejam muito bem presos um no outro
(colados ou parafusados)


Se você for utilizar dois pneus, eles nem precisam ser do mesmo tamanho.



Se a sua tampa for de acrílico (ou mesmo vidro), é possível colocar uma lâmpada (uma luminária ou um soquete) dentro dos pneus, e assim ter uma mesinha iluminada de dentro para fora. 
Nesta aqui também foram colocados pezinhos
(basta furar o pneu e prender o pezinho com parafusos assim como no caso das rodinhas)


E se dá para comocar lâmpadas dentro, e furar para colocar pezinhos, 
por que não inverter e pendurar no teto?
Um lustre de pneu.
Neste caso foi utilizado um pneu de moto.
De novo, a pintura é opcional


Caso queira algo um pouco mais "sofisticado", pode furar o pneu em vários pontos
e colocar algumas luminárias de jardim (daquelas que a gente crava no chão)  em toda a volta do pneu.


Aqui os pneus foram cobertos com tecido ou com corda de sisal enrolada. 
Lembra da tampa colocada em cima do pneu? 
Ela também pode ser estofada e então temos... banquinhos!


No caso de utilizar os pneus para fazer banquinhos, creio que um reforço pode ajudar bastante.
Basta furar o pneu em toda a sua volta e fazer uma treliça de reforço.


Banquinhos e floreiras. 


Não só floreiras, mas hortas também. 
Neste caso o pneu foi cortado para ter uma abertura maior.


E no mesmo tipo de recorte, pode utilizar o pneu para guardar cordas, cabos, ou neste caso, mangueira de jardim.
Só tome cuidado para não acumular água embaixo da torneira. 
Os vizinhos que não estão a fim de contrair dengue agradecem.


Ainda no mesmo tipo de recorte, que tal uma caminha para seu animal de estimação?
Apenas tome cuidado para que o pneu não esteja muito velho, com aqueles arames espetando de dentro para fora.


dependendo do tamanho do bichinho, nem cortar o pneu precisa.


Esse eu achei bem legal... uma idéia interessante... 
Mas não sei seria muito prático, porque precisaria ter algum pezinho para o pneu não rolar.
Também creio que seja algo restrito a guarda-chuvas secos, pela questão de acumular água.


Pneus de moto são mais leves, e fica fácil parafusar placas de metal (ou madeira), para fazer uma mesinha de dois andares.


Também é possível fazer estantes temáticas.


Que tal uma caixa de areia (com guarda-sol) para as crianças?


E por fim... se estiver sem grana para ir até a academia, ou para comprar equipamentos de musculação, eis a solução.
Achei interessante essa idéia, porque é possível adicionar ou retirar os pesos de dentro dos pneus.



E estas são algumas idéias de como reutilizar pneus. 

Abaixo, deixo algumas "menções honrosas", que não exatamente coisas fáceis e demandam um conhecimento específico muito maior. 
Mas achei-as bem legais e se você tiver conhecimentos de eletrônica ou de crochê, estar idéias podem ser úteis para você:




Lembrou de mais alguma coisa legal que dá para fazer com pneus, e que seja fácil e não requeira muito conhecimento específico? Deixe a dica nos comentários.


Faça Você Mesmo - Introdução


Inaugurando hoje a seção: Faça Você Mesmo.

Porque uma vida LowTech às vezes requer um pouco de mãos à obra, e principalmente reutilização de materiais.

Ao invés de comprar pronto, usar e jogar fora, é possivel em alguns casos, reaproveitar o que temos, ou o que outras pessoas tinham, para dar vida nova às coisas.

Adicione um pouco de criatividade e pronto: vida nova às coisas antigas, ou vida primeira para coisas feitas por você mesmo(a), de um jeito simples e fácil.

Aqui eu vou priorizar os objetos, materiais e projetos que requeiram o mínimo de esforço, de materiais, de tempo, e de ferramentas e de tecnologia para serem produzidos.

A primeira parte desta nova seção é dedicada a como reaproveitar pneus.


quarta-feira, 9 de setembro de 2015

30 Dias (quase) Offline – Semana 4


Semana 4:

É isso... Fim de jornada.

Hoje é o último dia do experimento 30 Dias (quase) Offline

Essa semana foi um pouco mais longa (9 dias), para completar os 30 dias, e amanhã volto a ter uma vida online regular.

Eu ainda não sei se quando eu voltar eu vou querer voltar com tudo, me enchendo de novo com um monte de grupos no whatsapp e passando horas e horas no facebook, ou jogando games no celular feito louco no metrô... ou se eu vou voltar aos poucos, moderadamente.

Tudo vai depender de amanhã, quando eu sentir novamente o gostinho disso tudo.

O que eu posso dizer é que eu gostei de ter voltado a ler no metrô, e de ter voltado a assistir filmes (documentários principalmente). Acho que isso eu não vou querer parar muito não.

Confesso que estou com uma saudade monstra de algumas pessoas... amigos dos grupos do whats, e pessoas que não usam SMS (rsrsrsrs)

Em todo caso, aqui vai um resumo de algumas coisas que percebi durante este experimento:

- Existe vida fora do facebook e a gente sobrevive sem ele.
- Existe vida fora do whatsapp e a gente sobrevive sem ele.
- Embora sobrevivamos, é difícil desligar tanto assim das pessoas que gostamos.
- No início, apenas me fechei, e não falei com ninguém, nem pessoalmente, nem por telefone como eu havia me proposto no aniversário das pessoas.
- Mais para o final a necessidade de estar com pessoas que gosto me fez conseguir investir mais nas interações pessoais presenciais (algumas novas... yey!!!)...
- Por fim, fiquei com o telefone de 4 pessoas para ligar no aniversário delas, e só consegui ligar para uma, já na segunda metade dos 30 dias.
- E fiz um blog!... e gostei de ter feito. É legal pesquisar coisas lowtech, "faça você mesmo" e compartilhar por aqui... Imagino que agora que o experimento acabou, essas coisas aparecerão mais por aqui.

Não vejo a hora de voltar a ter whatsapp... não pelos 14 grupos de 300 mensagens por hora cada um (era o que eu tinha antes de iniciar o experimento). Mas porque estou sentindo falta de conversar e ficar mais perto de algumas pessoas. E é essa mesma a palavra. Algumas. Não todas. Acho que quando ficamos ausentes, isso nos faz pensar em quem gostaríamos que estivessem presentes.

Bom, isso é assunto para amanhã. No momento eu estou só me segurando para não sair furando o experimento justo no último dia, tamanha a ansiedade.

Depois eu conto o epílogo dessa história toda, e falo sobre como foi voltar à civilização virtual (que eu ainda não sei como vai ser). Só o amanhã dirá (literalmente).










Escolhendo o que Escolher

Sheena Iyengar e o Livro "A Arte da Escolha"


Acho que tanto a idéia de diminuir a correria do dia a dia, quanto a idéia de diminuir a sobrecarga de tecnologia que temos em nosso dia a dia, têm a ver com a maneira como lidamos com a sobrecarga de escolhas que temos que fazer, e como a imensa quantidade de opções que nos parecem atrativas.

E quando eu falo sobre opções ou sobre tecnologia, aqui estou me referindo à informações, que atualmente ao nosso redor, são variadas, são grandes, e principalmente, são muitas.

"Manter as coisas simples" (ou fazê-las de um jeito simples, ou optar pela que for mais simples) normalmente parece fazer mais sentido (no melhor estilo "Navalha de Occam"), e me parece que evitar tornar nossas escolhas muito complexas pode ajudar um pouco.

Sheena Iyengar estuda há anos como as pessoas escolhem. Ela analisa como como as pessoas fazem suas escolhas, baseadas na quantidade de opções que existem.

Ela é autora do livro "The Art of Choosing" (A Arte da Escolha).

Eu separei este vídeo, que é a palestra dela para o TED (Technology, Enternainement, Design) chamada "How to Make Choosing Easier (algo como "Como tornar as escolhas mais fáceis") , onde ela mostra algumas dicas de como diminuir a quantidade de opções para fazermos nossas escolhas.

Em outras palavras, ela ensina para as pessoas como escolher as suas escolhas (eu sei, parece redundante, mas é isso mesmo).

Ela fala sobre como evitamos tomar a responsabilidade na hora de uma escolha, quando as opções são muitas. E para evitar essa responsa, acabamos escolhendo não escolher.

Neste vídeo (link abaixo) ela fala bastante sobre como os empresários e comerciantes podem diminuir as opções dos consumidores para tornar as escolhas deles mais fáceis e aumentar as suas vendas.

Mas eu acho bastante possível aplicar algumas coisas do estudo dela no nosso dia a dia. 

Bom, acho que ela vai explicar tudo isso muito melhor do que eu.

Com vocês, Sheena Iyengar e "Escolhendo o que escolher" ou "A Arte da Escolha":

TED: Sheena Iyengar - "How to Make Choosing Easier"

TED: Sheena Iyengar - How to Make Choosing Easier

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

30 Dias (quase) Offline – Semana 3


SEMANA 3:

Terceira semana completa... Reta final... mais uma semana e eu volto a ter uma vida (moderadamente) virtual.

- Do que foi excluído:
Senti um pouco de falta do facebook nesta semana, mas nada que me deixasse ansioso, como foi na primeira.  Whatsapp fez falta só na hora em que eu precisava entrar em contato com alguém, mas SMS resolveu direitinho. O que senti falta de verdade nesta semana foram dos jogos no celular.

- Do que foi incluído:
Documentários do PopcornTime foram os grandes companheiros das minhas viagens de metrô. Algumas coisas do Netflix também, principalmente as palestras do TED Talks. Conheci a palestra de Sheena Iyengar, que tem um estudo bem interessante sobre "A Arte da Escolha", e fala sobre como podemos reduzir nossas opções para que nossas escolhas possam se tornar mais otimizadas. É provável que eu faça uma postagem sobre isso.

- Do que continuou:
Continuo ouvindo muitas músicas, e no momento estou viciadinho em ouvir músicas de karaokê no fone de ouvido (na rua, no metrô, etc)... e ficar cantando junto. Povo deve achar que eu sou doido... rs

Fora isso, estou conseguindo aprender mais coisas. Conheci a história de Sapho (ou Saphos), a poetiza grega que nasceu e viveu na ilha grega de lesbos. Ela ficou conhecida por seus poemas que exaltavam a beleza e o amor feminino. Graças a ela hoje temos as palavras "safada(o)" e "lésbica".
Este foi só um dos vários aprendizados até agora.

Também conheci as teorias sobre desigualdade social e economica de Robert Reich, e fiquei igual criança depois de ver filme de terror, ao assistir o documentário "Nightmare", sobre pessoas que sofrem de Paralisia do Sono.

Bom... dois terços do experimento já foi. Bora para a última semana.

domingo, 30 de agosto de 2015

Movido a Pedal


Bicicletas são uma tecnologia antiga. E atualmente elas têm incorporado novas tecnologias (de materiais, de mecânica, etc), e isso vem substituindo as magrelas antigas.

Então, o que fazer com as bicicletas que não são mais usadas?
Reciclar, é claro.

Esse é o projeto do MayaPedal, da Guatemala, que a partir de bicicletas velhas, cria máquinas simples movidas a pedal, que não utilizam qualquer fio ou energia elétrica ou combustível fóssil.

São liquidificadores movidos a pedal, bombas para extração de água de poços, debulhadeiras de milho, tudo funcionando com a força humana.

Já ouvi falar que bater sucos verdes no liquidificador pode ajudar a emagrecer.
Creio que se você tiver uma máquina dessas, dá para otimizar ainda mais o resultado.





A dica é da matéria da LowTech Magazine. 

Sobre Finais de Semana



Finais de semana são grandes desafios.

Ok, levar uma vida Low Tech e ficar quase offline por algumas semanas, tem seus prós e contras, mas nos finais de semana, a parte psicológica disso é digamos assim... um pouco mais foda.

Durante a semana, fica relativamente mais fácil de preencher o tempo e o vazio deixado pelo whatsapp, facebook e jogos do celular. Isso porque boa parte do dia é dedicada ao trabalho. Outros momentos como as viagens de metrô ganham a companhia de livros, HQs, música, filmes, etc. 

É como se durante a semana, a receitinha de como preencher o tempo já estivesse ali. Já foram colocadas nas regras anteriormente. É só aplicar e pronto. Seguir a receita pronta é relativamente mais fácil.

Mas nos finais de semana, (mesmo quando trabalho no sábado, como foi o caso deste), o que acontece é que o tempo precisa de uma certa pró-atividade para ser preenchido. Antes era mais fácil, o facebook estava ali e o whatsapp ficava apitando e me chamando o tempo todo. 

Agora, durante estas semanas de "recesso" da vida virtual, percebo que os finais de semana apresentam o desafio de "não sei o que fazer". Talvez depois de meses e meses a rotina pudesse se tornar outra e essa sensação então viesse a desaparecer. Mas por enquanto ainda me causa desconforto.

Essa ânsia de tentar fazer coisas, várias, para que o final de semana não fique vazio acaba disparando um gatilho que eu não tinha pensado quando comecei com isso. Aumenta a minha deprê. Sim, eu estou fazendo um auto-diagnóstico neste momento, e ainda vou ter que conversar com a minha psiq sobre isso. 

Mas o que eu acho que acontece é o seguinte. 
Fica um vazio. 
Daí eu preciso descobrir como preencher isso.
Daí invento mil programas para serem feitos.
E esqueço que finais de semana foram feitos para descansar.
O que acontece é que eu não consigo fazer tudo o que me propus.
E isso cria uma sensação de incompetência.
Nada bom para quem tem a tendência à deprê.
Então por fim, me encolho no casulo. 
Cancelo os outros programas que estavam previstos, furo encontros com as pessoas, e fico em casa. 
De certa forma, esse raciocínio me ajuda a lidar com o que eu sinto.
Ao menos é uma teoria do porquê me sinto assim.

Talvez seja esta a parte do detox em que eu tenha que perceber que nem todos os espaços precisem ser preenchidos, nem todos minutos precisam ser produtivos, e nem todos os momentos de ócio precisem ser combatidos (um pequeno aplauso aqui a Domenico De Masi).

Talvez seja o momento de começar a perceber que o Low Tech também pode significar tirar um pouco o pé do acelerador (aliás, não era justamente esse um dos motivos pelo qual eu comecei tudo isso?).

Por fim, escrever no blog num domingo à tarde é uma boa atividade auto-imposta para o momento.
Amanhã completo 3 semanas e tentarei (sem compromisso) fazer o relatório semanal.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Detox Virtual

Me identifiquei

Charge de Fabiana Langona (Chiquinha)

30 Dias (quase) Offline – Semana 2


SEMANA 2:

A segunda semana foi mais tranquila.

- Do que foi excluído:
Já não sinto tanta falta do facebook e do whatsapp (de vez em quando algum amigo comenta sobre alguma treta entre as pessoas por lá, e eu passo a sentir menos falta ainda). Continuo não sentindo falta de TV, que não assistia desde que troquei por Netflix e PopcornTime. Estive muito cansado em alguns dias (fruto de minha habitual depressão e algumas insônias) então teve dias em que furei a regra da escada e peguei o elevador. Desta vez senti falta de fazer compras online, especialmente de pesquisar HQs.

- Do que foi incluído:
Seriados foram o que mais tive no metrô. Assisti a primeira temporada inteirinha de Gotham. Vi os aniversários anotados à mão na minha agenda, mas de novo, não liguei para ninguém. Nos momentos em que eu estaria no facebook ou no whatsapp eu acho que consegui me tornar um pouco mais funcional. Voltei a escrever. Finalmente escrevi um conto que há meses estava só na idéia. E inaugurei este blog.

- Do que continuou:
Descobri músicas que eu tinha em CDs e em um HD externo antigo. Estou renovando aos poucos meu repertório de MP3, para ouvir no metrô. Consegui interagir pessoalmente com algumas pessoas. É um começo.
Até agora ainda não utilizei os softwares que costumo ter como hobbies (photoshop, editor de midis, reason, etc)

Passei a ler mais notícias (online). Acho que é uma forma, eu diria que saudável, de utilizar o computador.
Tenho falhado na tarefa de 1 aprendizado por dia. Mas estou gostando de fazer o balanço semanal.

Esta é a metade do experimento.
Ainda tenho mais duas semanas pela frente.
Às vezes me pergunto se estou perdendo algo muito importante nas redes sociais.
Acho que só vou saber depois das próximas duas semanas.

30 Dias (quase) Offline – Semana 1


SEMANA 1:

Relatando aqui como foi a primeira semana do experimento.

Essa primeira semana foi difícil.
A gente fica tão acostumado com algumas coisas que é difícil lidar numa boa com uma rotina sem elas.

Lá nas regras que coloquei para mim mesmo, eu tinha separado o que continuaria, o que seria excluído do meu dia a dia e o que seria incluído.

Vamos por partes então.

- Do que foi excluído:
Senti muita falta (muita mesmo) de basicamente 3 coisas: Whatsapp, facebook e jogos no celular.
O Whatsapp estava tomando muito do meu tempo. Eram 14 grupos dos mais diversos temas, e cada um com 50, 100, 300 mensagens por hora.  O Facebook foi difícil de viver sem, já que a maioria das minhas interações pessoais nos últimos anos passavam por ali. E os jogos no celular, especialmente quando estou no ônibus e no metrô fizeram uma falta danada. Mas estes eu consegui substituir por seriados na telinha do meu espertofone.

- Do que foi incluído:
Passei a assistir mais seriados e filmes (especialmente documentários, que eu adoro).  Também passei a caminhar um pouco mais, e a utilizar mais as escadas, usando menos o elevador. Eu deveria manter um diário offline para depois transformar em blog, mas esta regra eu mudei no meio do caminho, e vou escrever quando der na telha, direto no blog.

- Do que continuou:
O acesso à geolocalização (GPS) que continuou entre as coisas que posso utilizar normalmente passou a ser mais utilizado, assim como mapas online, especialmente para verificar trajetos a serem feitos a pé (embora eu não tenha feito muitos), e para consultar linhas e horários de ônibus. O acesso à ferramentas online para finalidade de aprendizado também aumentou. Ao invés de passar horas no facebbok, passei a pesquisar termos e temas que há muito eu vinha querendo aprender mais (estoicismo, ceticismo, etc). Também passei a usar mais o SMS. O skype para falar com a família que mora longe continuou normalmente.

O que não rolou:
- A idéia era ligar para as pessoas no dia do aniversáro delas. Antes de iniciar o experimento, eu as avisei da minha ausência online e pedi telefones para poder entrar em contato, quando o aniversário delas chegassem. Não aconteceu. Eu não sou uma pessoa muito sociável. Ou ainda não (re)aprendi a me relacionar com as pessoas pelo telefone.

Estou escrevendo isso com uma semana de atraso.
O Experimento hoje está completando duas semanas.